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O PRESÉPIO NA ALMA DE CADA UM Posted on 25 Dec 18:08 , 0 comments

A Essência do Natal Não Pode
Ser Encontrada no Mundo Externo

Carlos Cardoso Aveline

 

A celebração do amor universal é feita pouco antes de virarmos mais uma vez a página sagrada do ciclo de doze meses, no Livro da Vida.

Para a filosofia esotérica, a verdadeira celebração do Natal ocorre no coração humano, e é lá que se encontra o mais importante dos presépios. No coração vive e renasce o nosso “eu” mais elevado. A experiência é iniciática. Cada elemento do presépio externo pode ser reconhecido como um símbolo do Caminho para a Sabedoria.

As condições do inverno do Hemisfério Norte correspondem ao processo de provações e testes que antecede à iniciação. As ovelhas representam a suavidade de alma necessária para transcender as dificuldades externas.

O burro significa humildade e serviço altruísta, que compensam e reduzem alguns dos sofrimentos da vida. Uma cabra é um símbolo da persistência necessária para subir até a altura do espírito imortal.

As fracas chamas acesas ao redor do recém-nascido são as luzes da alma espiritual, sempre precárias no meio da noite do materialismo e da ignorância. Os pais da criança, e as outras crianças presentes, representam a humanidade. O galo anunciará o novo dia. Uma vaca, frequentemente presente na cena, representa a Vida como um todo e por isso ela é sagrada na Índia. Uma estrela no céu, brilhando sobre o presépio, representa Atma e a Lei Universal. A cena inteira constitui um estudo sobre a comunhão, ou unidade na diversidade. Este é um dos temas centrais das grandes iniciações.

A cada ano, nascemos durante o Natal para recomeçar a viver de modo melhor no Ano Novo. Ao longo deste ciclo e de outros, aprendemos a existir em unidade consciente com a nossa invisível Estrela no céu.

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Reproduzido do website www.HelenaBlavatsky.net.

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O DESCANSO E A GRATIDÃO Posted on 08 Sep 20:27 , 0 comments

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A consciência coletiva expande-se. Os horizontes se alargam e neles vemos a humanidade futura. Um número crescente de cidadãos desperta para o papel central que cada um ocupa na construção de um amanhã justo e fraterno.

O planeta Terra tem sofrido os efeitos da sociedade moderna, concentrada no consumismo material. Assim como as casas revelam o estado de espírito de quem as habita, a Terra reflete a alma humana.

Os problemas ambientais e climáticos são visíveis no corpo planetário do qual somos uma parte e em nosso próprio organismo. A saúde dos indivíduos é influenciada pelo ambiente no qual estão inseridos e o ambiente sofre influências dos pensamentos, das emoções e das atitudes concretas do conjunto dos cidadãos. Como Carlos escreveu na obra “A Vida Secreta da Natureza”:

“De fato, o planeta Terra não é um ecossistema apenas no sentido físico e biológico. Existe também um ecossistema mental e emocional da humanidade, onde as relações (…) são ainda mais diretas e imediatas que no plano físico. (…) As guerras e a destruição do meio ambiente são a continuação não só da política – por outros meios – mas também dos nossos próprios conflitos psicológicos, da nossa cobiça e da nossa ignorância espiritual.” [1]

A reflorestação, a limpeza dos mares, o respeito pelos animais, o desarmamento, e outras iniciativas são de grande importância. Elas despertam os seres humanos para a necessidade de zelar pelo planeta e pela vida, ao mesmo tempo que colocam em marcha modelos sustentáveis de desenvolvimento. No entanto, essas ações só se tornam algo realmente efetivo quando partem do centro interno dos indivíduos.

Os problemas são solucionados agindo no plano das causas e é nesse sentido que devemos direcionar nosso esforço. As causas dos maiores problemas e das dores desnecessárias que vivemos hoje resumem-se ao egoísmo. Carlos escreveu:

“A fonte primária da destruição ambiental é a ganância, que também causa todas as injustiças sociais. Para muitos iniciantes do caminho espiritual, a ganância de bens materiais já não é mais um problema. E então pensamos que não temos nada a ver com a destruição do meio ambiente, causada pelo consumismo desenfreado. Mas a questão é mais complexa. Quando o iniciante do caminho místico renuncia à busca da riqueza material, muitas vezes ele substitui uma ganância por outra e desenvolve ambições espirituais. Então ele pode esconder sob a fachada de um comportamento aparentemente altruísta o orgulho, a ambição, e a mesma ganância daquele que descumpre as leis ambientais para ganhar dinheiro de curto prazo à custa do nosso ar, da nossa água e do nosso solo.”[2]

Para curar o planeta é preciso restaurar a família humana.

Cada vez que um indivíduo reconhece sua própria ganância e refloresta lentamente seu ser com as árvores da sabedoria, do respeito e da consciência divina, a Terra fortalece seu equilíbrio e expressa gratidão através de coisas tão simples como a chuva que chega em um dia demasiado quente.

Auxiliamos a vida e sua evolução quando estreitamos laços com o eu superior e cultivamos no espaço interno o silêncio e a tranquilidade da alma. Essa é a atitude que nos coloca em contato com o bom, o belo e o verdadeiro e nos faz expressar no mundo ao redor a harmonia celeste. Como o livro “A Vida Secreta da Natureza” afirma: “Podemos descansar do apego, da cobiça, do medo e da ambição. Tudo está eternamente aqui e agora.” [3]

(Joana Maria Pinho)

NOTAS:

[1] Reproduzido do livro “A Vida Secreta da Natureza”, de Carlos Cardoso Aveline, Bodigaya, Porto Alegre, 2007, 157 pp., pp. 61-62.

[2] “A Vida Secreta da Natureza”, de Carlos Cardoso Aveline, obra citada, p. 62.

[3] “A Vida Secreta da Natureza”, de Carlos Cardoso Aveline, obra citada, p. 67.

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A mensagem acima foi publicada originalmente no e-grupo SerAtento, em YahooGrupos.
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LIVRO SOBRE HPB É BOM PARA RECICLAGEM Posted on 25 Aug 23:23 , 0 comments

Biografia de Helena P. Blavatsky

Publicada em 2012 Não é Totalmente Inútil

Carlos Cardoso Aveline
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Há uma biografia de Helena P. Blavatsky que, a julgar pelo título e pela capa, parece profundamente teosófica.

É importante fazer um alerta para que os leitores não joguem seu dinheiro fora.

Apesar do seu título agradável, o livro “Madame Blavatsky, a Mãe da Espiritualidade Moderna”, de Gary Lachman, é útil principalmente como matéria-prima para aqueles que produzem papel reciclado. Colocado à venda em inglês em 2012 e em português em 2014, o livro tem 280 páginas e seu conteúdo é inspirado pela política antiteosófica do Vaticano. 

Há sempre um lado positivo em tudo, e a boa notícia é que o volume não foi publicado nem apoiado por qualquer editora teosófica. No Brasil, saiu pela Cultrix/Pensamento. O seu conteúdo é uma versão mal atualizada dos materiais falsificados por Vsevolod Solovyof e os Coulomb no século 19. 

O volume constitui uma forma militante de relativismo ético ou hipocrisia intelectualizada. Não há confirmação oficial de que instituições ligadas ao Vaticano vêm patrocinando este tipo de literatura. É sintomático, no entanto, o fato de que o volume recebeu elogios insistentes de editores e comentaristas que trabalham em harmonia oculta com o Vaticano.

Sylvia Cranston Escreveu a Melhor Biografia

Os livros antiteosóficos sobre Helena Blavatsky devem ser identificados - entre outras razões - como uma expressão de respeito pelo dinheiro das pessoas. O direito dos consumidores está em jogo, e isso não é tudo. Os teosofistas podem indicar aos leitores do público amplo os livros que são autênticos, e dizer quais autores se abstêm de adulterar os fatos.

A melhor das dezenas de biografias da fundadora do movimento teosófico moderno, sem dúvida, é “Helena Blavatsky”, de Sylvia Cranston. [1]

O bem documentado volume de 678 páginas é uma leitura inevitável tanto para estudantes experientes como para aqueles que só agora descobrem a teosofia. A maior parte da obra de Cranston é tão agradável de ler quanto um bom romance. Para muitos, é fascinante. O volume é também ilustrado. A sua parte final - parte sete - constitui um relato impressionante do impacto que os escritos produzidos por Blavatsky e pelos Mestres de Sabedoria no século 19 provocaram ao longo do século 20 - e ainda provocam hoje.

NOTA:

[1] “Helena Blavatsky”, Sylvia Cranston, Ed. Teosófica, Brasília, 1997.   

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O texto acima é reproduzido de www.HelenaBlavatsky.net

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Clique aqui para comprar o livro “Helena Blavatsky”, de Sylvia Cranston

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BOOK ON BLAVATSKY IS GOOD FOR RECYCLING Posted on 25 Aug 23:10 , 0 comments

A 2012 Biography of H.P.B. Is Not Totally Useless

Carlos Cardoso Aveline
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An initial version of the following
note was published at “The Aquarian
Theosophist”, November 2012 edition. It 
had no indication as to the name of the author.
 
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The title and front cover of a biography of Helena P. Blavatsky, published in 2012, seems to be profoundly theosophical.
 
A warning should be made for people not to waste money.
 
In spite of its nice title, the book “Madame Blavatsky: The Mother of Modern Spirituality”, by Gary Lachman, is useful mainly as raw material for those who recycle paper.
 
There is always a bright side to things, and the good news is that it has not been published by any theosophical publishing house. Its contents make a poorly updated version of the materials fabricated by Vsevolod Solovyof and the Coulombs in the 19th century. It constitutes a militant form of ethical relativism. It has not been confirmed whether Vatican-related institutions are sponsoring this sort of literature. It may be symptomatic, however,  that the volume has received insistent praises by theosophical editors who are in occult harmony (if not in direct cooperation) with the Vatican.

Sylvia Cranston Wrote the Best Biography
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Jesuitic books regarding Helena Blavatsky must be identified - among other reasons - out of respect for people’s money. The rights of consumers are at stake, but this is not all. Theosophists can indicate to general readers which books are truthful, and what authors do not distort facts.   
 
The best one among dozens of biographies of the founder of modern theosophical movement is “Helena Blavatsky”, by Sylvia Cranston. [1]
 
The 672 pp., well-documented volume is an unavoidable reading for experienced theosophists and for newcomers as well. Most of it reads like a novel. The last and seventh part of Cranston’s work is an astonishing account of the impact of HPB-Masters’ literature on human thought and karma, along 20th century - and nowadays.  
 
NOTE:
 
[1] The book is available in Portuguese language under the title of “Helena Blavatsky”.  
 
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The above article is reproduced from www.HelenaBlavatsky.Org .
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THEOSOPHICAL GLOSSARY NOT BY HPB Posted on 25 Aug 15:05 , 0 comments

Its Editor, G.R.S. Mead,
Misused Helena P. Blavatsky’s Name

Carlos Cardoso Aveline

  

Everyone can buy from Theosophy Company and other publishers the volume “Theosophical Glossary”, whose authorship is wrongly ascribed to Helena P. Blavatsky.

The main founder of the theosophical movement died in May 1891. In the Preface of the Glossary’s first edition, dated January 1892, its editor G. R. S. Mead frankly admits that the volume is “almost entirely posthumous”. H.P.B. only saw in proof 32 of its 389 pages.

Henry S. Olcott soon made a review of the Glossary, and it was published at “The Theosophist” (India), in April 1892 (pp. 444-445). Olcott wrote that if H.P.B. had lived to bring out the Glossary, she would have been much more careful with its contents. Olcott listed a number of mistakes present in the volume, and added:

“Permitting the work to be hurried out with so many errors of omission and commission in its Sanskrit department, are we not playing into the hands of Prof. Müller and other Sanskritists who concur with him in calling us a lot of pseudo-scholars?”

One example of pseudo-scholarship in the Glossary should be given here. It shows the arrogance and occult disinformation which would soon lead Mr. Mead and his colleague, Mrs. Annie Besant, away from true theosophy. 

In the entry on “Fakir”, Mr. Mead pretends to know better than the author of “Isis Unveiled” and indulges in “correcting” that masterpiece of esoteric philosophy. Mead writes:

“Fakir (Arab.) - A Mussulman ascetic in India, a Mahometan ‘Yogi’. The name is often applied, though erroneously to Hindu ascetics; for strictly speaking only Mussulman ascetics are entitled to it. This loose way of calling things by general names was adopted in Isis Unveiled but is now altered.”

Indeed, Initiates have a “loose”, or rather a flexible, living, dynamic relationship with words.

They prefer a direct use of words, giving them many shades of meanings according to each context.

They leave the dead-letter approach in the study of esoteric philosophy to those who are attached to shallow views of life and literature.

While it is acceptable that editors look for exactitude in terms, they should respect the way Initiates as HPB and the Masters of the Wisdom use words.

In “The Mahatma Letters” the term “Fakir” is used several times and in every instance it has the same general meaning as used in “Isis Unveiled”.[1] Because Mead could understand nothing of occult teachings, he tried to correct the sacred teachers of our mankind.

In spite of its mistakes, the “Glossary” is useful. It certainly should not bear H.P. Blavatsky’s name as its author.  In the book “The Dream That Never Dies”, one finds an article by Boris de Zirkoff, on Mead’s Glossary. [2]

Under the emphatic title “Who Played That Trick on H.P.B.? - The Puzzle of The Theosophical Glossary”, Boris makes a detailed examination of Mead’s volume and shows many of its mistakes. “The definitions of the Days and Nights of Brahmâ”, for instance, “are entirely wrong”: and this is a key topic in theosophy.

According to Boris, “a partial survey of the first four letters of the Glossary has revealed no less than 40 mistranslations out of about 300 terms, a very high percentage indeed.”

The Theosophy Co., Los Angeles, republished Mead’s Glossary in 1930. The action was possibly right for that particular point in history. Mead’s Glossary was better than nothing.  However, it was already known by then that G.R.S. Mead had directly participated with Annie Besant in the distortion of and tampering with the original edition of “The Secret Doctrine”. If that had been taken into due consideration, the Theosophy Co. could have abstained from adopting Mead’s Glossary.

There are significant success stories in the history of the theosophical movement. It was fortunate that in the late 1970s the Theosophical Society, Adyar, abandoned the spurious Besant/Mead version of “The Secret Doctrine”. 

The same destiny may be waiting for Mead’s Glossary. The theosophical literature is capable of renewing itself, and the reading public deserves other and better reference books than Mead’s.

The best esoteric Glossary available has been around for quite a few years. It is the comprehensive online TUP edition of the Encyclopedic Theosophical Glossary, an electronic version of a Working Manuscript.  G. de Purucker is its Editor-in-Chief. Geoffrey Barborka is the Editor and Project Manager, and Grace F. Knoche the Editor. The Encyclopedic Theosophical Glossary is reliable and well-documented. It points to its sources. It is free from pseudo-theosophical fancies and focuses on real philosophy. One should recommend it to readers and researchers. [3]

A Gradual Progress in Esoteric Literature

Evolution and self-improvement in theosophical literature are rather slow. Changes take time to spread over various languages.

Mead’s Glossary is still the best-known theosophical reference book available in Portuguese language, for instance. And it is helpful, in spite of its many mistakes.  As the volume uses Helena Blavatsky’s name, it is considered by many as a classic. However, this creates an aura of relative falsehood around it.   In future editions Mead’s “Theosophical Glossary” could well be published with his name as the author. Such a decision would make it become more accurate, at least on its front cover.   

R. S. Mead’s mistake is far from being an isolated fact. It is equally incorrect to publish under HPB’s name any summaries of her works which (well-intentioned as they may be) were not penned by her and are quite different from what she wrote.  An example among others is the Summary of “The Secret Doctrine” made by Michael Gomes. Mr. Gomes uses the same title as the original work, and his volume is intensely yet unethically ambiguous about its authorship.  

While it may be a temptation to some to misuse the name of famous authors, responsible editors refrain from that out of respect for the public.

They know that readers have a right to immediately know whose words they will read,  and whose books they will possibly buy.

NOTES:

[1] See for instance the TUP edition of “The Mahatma Letters”, Letter XXIX, p. 224, and Letter LIV, and Letter LVI (first paragraph), and Letter CXXXIV (the Prayag Letter).

[2] “The Dream That Never Dies - Boris de Zirkoff Speaks Out On Theosophy”, Point Loma Publications, 237 pp., 1983, San Diego, CA. See pp. 81-85. The article was first published in the winter of 1967-1968.

[3] The “Encyclopedic Theosophical Glossary” is available at http://www.theosociety.org/pasadena/etgloss/etg-hp.htm .

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The above article is reproduced from www.HelenaBlavatsky.Org .
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BARBORKA, ON THE SECRET DOCTRINE Posted on 09 Aug 14:23 , 0 comments

Why The Secret Doctrine Q. & A.

Deserves a Place in Everyone’s Library

Carlos Cardoso Aveline

 
Three photos of the author Geoffrey A. Barborka (1897-1982)

 

A commentary on the book
Secret Doctrine Questions & Answers”,
by Geoffrey A. Barborka, Wizards
Bookshelf, USA, 2003, 197 pp.
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What actually reincarnates in us?
 
What is it that becomes an Initiate?
 
What is the difference between prana and animal magnetism?
 
Is there a limit to the number of incarnations in one Manvantara? 
 
Questions lead us to study. They make us search. They widen our attention and stimulate our intuition. As time passes and we slowly grow in wisdom, we are able to give better answers to the same old, fundamental questions. 
 
These are some of the reasons why philosophical questions are often more important than the answers we can provide them, and perhaps in some cases they are more significant than our present, limited understanding of the answers given by sages.
 
The ancient practice of questions and answers - intimately connected to the Socratic and Platonic methods of teaching - was employed in the 19th century by the Adept-Teachers that exchanged letters with lay disciples, as we can see in the “Mahatma Letters to A.P. Sinnett”. It was widely adopted by H.P. Blavatsky in “The Key to Theosophy”, in her “Conversations on Occultism” and other texts.  The method can also be seen in the first volumes of the magazine “The Theosophist”, when HPB was its editor.
 
Following the same, well-established tradition, Geoffrey Barborka published between 1964 and 1980, in the bi-monthly periodical “The Canadian Theosophist”, a series of questions and answers about the book “The Secret Doctrine”, by H.P.B. In 2003, those 275 stimulating questions and answers were published in a hardcover book by Wizards Bookshelf, California.    
 
The clear, documented answers make a long and illuminating conversation on the eternal truth and on the complex interaction linking each man to the universe. In order to sense the book’s flavour, it is worthwhile taking a look, for instance, at the discussion about planetary spirits and the seven chief or sacred Planets, on p. 25.
 
Well, then, what are the Seven Sacred Planets? - says a question. And Geoffrey Barborka answers:
 
“Here is the enumeration. First, a sacred planet for which the Sun is named as a substitute; then Jupiter; Venus; Saturn; Mercury; Mars; a sacred planet for which the Moon is named as a substitute.”

But you have not included Uranus, Neptune and Pluto. Are not these ‘Sacred Planets’? Could these be included in the un-named planets?”

“No - to both questions. These three are not included in the enumeration of the Seven Sacred Planets of the ancients, in spite of their astrological importance.”


Can you give the reason why they are not included as Sacred Planets; even though astronomers regard these three planets as pertaining to our solar system; and you have said that they do have an astrological significance?”

“In the Esoteric Philosophy Uranus, Neptune and Pluto are regarded as belonging to what may be termed as ‘the Universal Solar System’, instead of to the solar system over which our Sun has its regency. The reason that the seven enumerated planets are termed ‘Sacred’ is this: each one of the seven has an especial relationship to one globe in particular of the seven globes of the Earth-Chain, in that it acts in the capacity of a Regent during the building of that one particular globe of the Chain.”

Can you name the Regency provided by the Seven Sacred Planets to the seven globes of the Earth-Chain?

“Yes. The Sacred Planet having regency over Globe A during its formative period is the one for which the Sun is named as a substitute; Jupiter has regency over Globe B; Venus has regency over Globe C; Saturn and the Moon have regency over Globe D; Mercury has regency over Globe E; Mars has regency over Globe F; the planet for which the Moon is named as substitute has regency over Globe G.” 
 
A well-known theosophist, Geoffrey Barborka (1897-1982) wrote several books, among them “The Divine Plan” (1961), “H.P. Blavatsky, Tibet and Tulku” (1966) and “The Story of Human Evolution” (1979). Richard Robb, the editor of SD Questions & Answers, writes about Barborka on page 186 of the volume:
 
“In temperament he was very reserved, and early on embraced a degree of asceticism, demonstrating extraordinary self-discipline with total commitment to his studies. He was seldom known to engage in casual conversation, remaining attentive and silent.”  
 
Resulting from decades of study and work, “Secret Doctrine Questions & Answers” goes beyond the important tasks of explaining difficult passages in HPB’s work, inviting us to better study the Secret Doctrine or giving a general view of the esoteric philosophy.   
 
Helpful to both new and old students, this inspiring book offers us a fluent, fascinating dialogue on the law of the universe, on the ways of its eternal life and - last but not least - on the process and cycles of each man’s evolution.
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The above article is reproduced from www.HelenaBlavatsky.Org .
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THE MAGNETIC INFLUENCE OF BOOKS Posted on 29 Mar 16:45 , 0 comments

Multidimensional Wisdom in Daily Action

Carlos Cardoso Aveline

 

Since the 1870s, the circulation of books in paper has been a powerful engine activating both occult and objective aspects of the theosophical work around the planet. 

And there is nothing new about it.  

For thousands of years, nearly every collective effort of an idealistic nature has concentrated its action around its writings. In the present century, the publication of books in paper is accompanied by a growing editorial work online, but the general rule persists. Printing and selling books is much more than an industrial and commercial activity. People get together around writings: the study of paper volumes and online texts of the theosophical literature constitutes the basis and the foundation of modern esoteric movement.

If one compares the size of the theosophical effort today and the quality and number of its books and periodicals, one can see the direct correspondence between both factors. The history of the movement is the history of its publications. Books are at the heart of philosophical associations.  

Every theosophical volume carries with it a magnetic vibration and a subtle presence. One ought to make sure its contents are worthwhile, and its magnetism, inspiring. Philosophical libraries have subtle auras which reflect the quality of their contents. The occult influence of books is discussed by Jorge Luis Borges[1], and mentioned in the Mahatma Letters. Referring to a book edited and published by Annie Besant, for instance, a Master of the Wisdom explains that it has “an unclean spirit” and “a brutal aura”, and therefore the Master will never read it[2]   

On the other hand, good texts are vehicles of eternal wisdom. The sales of healthy books and the circulation of elevated ideas spread the invisible, healing influence of pure magnetic forces.

As we buy and read books of classic ethics and authentic theosophy in paper, we invisibly enlighten the physical place we live. There is a sort of psychometry in books: as we handle them and have them in our hands, we have a dialogue with their auras, and add a distinct magnetism to them as physical objects. It is not difficult to infer that a higher magnetism flows in houses and apartments where books of divine knowledge are studied.

NOTES:

[1] On Jorge Luis Borges and the occult or magnetic influence of books, see chapter 28 of  “Conversas na Biblioteca” (“Talks in the Library”), by Carlos Cardoso Aveline (Ed. Edifurb, Blumenau, SC, Brazil, 170 pp.). The text is available in www.FilosofiaEsoterica.com under the title of “Borges, o Sábio Cego na Biblioteca”. Read also the article “On the Cult of Books”, by Borges, which will be found in our associated websites.

[2] See the final lines of letter 86 in “The Mahatma Letters” (TUP and Adyar TPH editions), or letter 119 (Chronological edition, TPH Philippines).

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An initial version of the above article was published at the September 2014 edition of “The Aquarian Theosophist”.  It had no indication as to the name of the author.

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A FORÇA MAGNÉTICA DOS LIVROS Posted on 27 Mar 22:24 , 0 comments

A Influência da Filosofia Esotérica é Multidimensional 

Carlos Cardoso Aveline

 

Desde os anos 1870, a distribuição de livros em papel age como um motor do trabalho presencial do movimento teosófico ao redor do mundo.    

Todo esforço feito em torno de um ideal elevado se expressa com ajuda de livros,  ideias e publicações. Apesar da importância do trabalho online, a  venda de livros em papel continua sendo indispensável no século 21.

A dimensão comercial da distribuição de livros tem importância secundária. O estudo de obras em papel e de textos online constitui um instrumento decisivo para o trabalho teosófico presencial: as pessoas se reúnem em torno de livros e websites. 

Através do livro, o estudante pode conversar diretamente com pensadores das épocas mais diferentes da história humana. Todos eles são essencialmente seus contemporâneos no território da palavra escrita.

Se olharmos para o tamanho do movimento teosófico de hoje e para o número e a qualidade dos livros e textos que ele publica, veremos que há uma correspondência direta entre a sua força vital e a força da sua literatura. A história do  movimento teosófico é a história das suas publicações em papel.

Uma literatura falsa coloca o movimento esotérico sobre alicerces enganosos e instala armadilhas no caminho do buscador da verdade. A literatura autêntica, por sua vez,  convida ao exame crítico, ensina a pensar com independência, e permite construir um movimento teosófico durável, cuja base é a veracidade.  

Cada obra teosófica leva consigo uma certa vibração magnética e uma determinada presença sutil.

As bibliotecas filosóficas têm auras ou atmosferas próprias que refletem invisivelmente a qualidade do seu conteúdo. A influência oculta dos livros é discutida por Jorge Luis Borges [1] e abordada nas Cartas dos Mahatmas. Referindo-se por exemplo a um livro editado e publicado por Annie Besant, um Mestre diz que a obra tem “um espírito impuro e uma aura brutal” e que jamais o lerá. [2]

Bons textos são veículos da sabedoria eterna: a venda de livros e a circulação de ideias espalha uma força magnética.

Comprando livros de papel, iluminamos o local físico em que vivemos. Não é difícil perceber que, nas casas em que livros de papel contêm conhecimento divino, flui uma energia magnética superior.

NOTAS:

[1] Sobre Jorge Luis Borges e a força  magnética dos livros, leia o capítulo 28 da obra “Conversas na Biblioteca”, de Carlos Cardoso Aveline (Ed. Edifurb, Blumenau, SC, 170 pp.).  O texto está disponível em  www.FilosofiaEsoterica.com  sob o título de “Borges, o Sábio Cego na Biblioteca”. 

[2] Veja as linhas finais da Carta 119,  no volume dois de “Cartas dos Mahatmas” (Ed. Teosófica).  

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Uma versão inicial do texto acima foi publicada inicialmente sem indicação do nome do autor, na edição de setembro de 2014 de “O Teosofista”.

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